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Depoimento: Curso de Introdução à Biologia de Campo

— Por Rafael Sousa* —

 

 

“Equipe Bocaina, muito obrigado pela oportunidade e pelo conhecimento transmitido com tanto carinho e enorme qualidade. Obrigado pela hospedagem excepcional e por tudo mais. Agradecimento aos meninos da equipe, “às Luizas”, e ao pessoal da Biologia, que está de parabéns. Valeu galera”.

 

 

Depoimento: Curso Práticas de Campo: Mamíferos, Anuros, Aves e Insetos

— Por Francielle Ferreira, participante da 2ª edição do curso, realizada em 15 e 16 de junho de 2013—
“Encaminho este e-mail com o devido propósito de agradecer a vocês equipe Bocaina, pelo curso este final de semana.
Sem palavras. Estão de parabéns!!!!
Grande didática e domínio em todos os temas. Educados e atenciosos, animados, com grande disposição.
Ao Rafael, Bernardo, Paulo, Vinícius, Felipe, e Lucas, obrigada pela atenção.
Obrigada pelo curso oferecido, e tenho certeza que vocês irão me aguentar em mais cursos ofertados pelo Bocaina”.
Se você deseja participar dos cursos oferecidos pela Bocaina, assine nossa lista de notícias:


Depoimento: Saída de campo – Ecologia I UFMG

A saída de campo organizada pelo professor Frederico e pela professora Marina (Ecologia I), que contou com a ajuda da Bocaina, foi simplesmente sensacional, pois além de proporcionar conhecimentos de práticas de campo, essa atividade ampliou meu conhecimento e despertou um olhar ecológico, indo além do que o livro didático e que as aulas expositivas oferecem. Na verdade, minha visão mudou completamente depois da realização dessa atividade. A saída de campo me trouxe novamente a vontade de ser bióloga, e melhor do que isso, ela reafirmou a minha vontade de trabalhar na área ambiental (sem falar que estou encantada com a ecologia).”

O depoimento acima é de Daihana Rodrigues, uma das alunas que participaram desta atividade de campo. Em uma parceria com o Laboratório de Ecologia de Insetos da UFMG, a Bocaina levou os alunos da disciplina de Ecologia I para uma saída de campo no Santuário do Caraça. Durante a viagem de dois dias, os mais de 40 estudantes fizeram uma verdadeira imersão no universo da Ecologia. Divididos em grupos, eles tiveram a tarefa de desenvolver um projeto de pesquisa ecológica, com o desenvolvimento de hipóteses científicas e dos desenhos amostrais necessários para testá-las. Ao longo de toda a atividade, os alunos contaram com o apoio direto dos educadores da Bocaina Ciências Naturais e Educação Ambiental.

Quer participar de um curso da Bocaina? Saiba mais em: bocaina.bio.br!

Uso Público e Conservação da Biodiversidade: Um sonho possível, mas que exige empenho

 

— Por Flávio A P Mello *—

 

 

Desde a Rio 92, assistimos ao crescimento da visitação em unidades de conservação brasileiras, com a popularização das práticas de lazer, esporte e das diversas segmentações do turismo na natureza, como o ecoturismo, o turismo de aventura e de observação de fauna. Contudo, mesmo com a evolução das metodologias de monitoramento e diagnósticos socioambientais para gestão do uso público em áreas protegidas, muitos impactos na flora e na fauna são de difícil percepção e mensuração, por limitações tanto técnicas quanto em recursos humanos e materiais.

No Brasil, a maior parte das atividades de lazer, esporte e turismo na natureza se desenvolve em parques, que são unidades de conservação de proteção integral criadas, entre outros motivos, para a conservação de populações de espécies da flora e da fauna in situ, mas que permitem uso antrópico controlado e restrito. O aumento da visitação nos parques brasileiros e, consequentemente, o aumento dos territórios para uso público dentro destas unidades de conservação significam, na prática, a diminuição do território de outras espécies menos tolerantes e levam, com isso, a alterações nas dinâmicas das populações de algumas das espécies protegidas.

Neste arranjo espacial, a importância do elemento humano na conservação de espécies e viabilidade das unidades de conservação é vital, pois são as decisões políticas de cada sociedade que definem quais elementos da natureza estarão presentes ou ausentes no mundo que seus filhos receberão. Deste modo, a consolidação de atividades de lazer na natureza, sobretudo as derivadas de caminhadas e trilhas, de certa forma, resgatam nossa própria memória ancestral, pois foi caminhando que ocupamos todos os biomas do planeta.

Neste sentido, a discussão sobre a dinâmica ecológica das trilhas no que tange à gestão do uso público em áreas protegidas e e à manutenção da biodiversidade ainda é muito pouco explorada. Tanto a criação de trilhas quanto a consolidação de roteiros tendem a se fundamentar muito mais no potencial de uso turístico do que na gestão do patrimônio natural protegido, dada a complexidade do tema e aos escassos recursos disponíveis.

 

 

 

Por isso, o II Congresso Nacional de Planejamento e Manejo de Trilhas com o tema “Uso Público e Biodiversidade: Desafios de gestão e governança em áreas protegidas” propõe um amplo debate sobre a gestão de áreas protegidas a partir da análise dos aspectos geográficos e ecológicos do manejo de trilhas, buscando responder a perguntas como:

  • O fluxo e o comportamento dos visitantes nas trilhas pode interferir na dinâmica de populações animais e vegetais e significar um risco à sua manutenção?
  • As trilhas podem caracterizar efeito de borda a ponto de promover a fragmentação florestal significativamente?
  • As metodologias aplicadas no manejo e monitoramento da visitação e seus impactos são eficazes?
  • A implantação de trilhas para a visitação em áreas com diferentes graus de conservação pode ser um facilitador para a migração de espécies generalistas e animais domésticos ferais, por exemplo, com consequências para as populações protegidas locais?
  • Estrategicamente, a valoração do patrimônio geológico deve ser associada à conservação da biodiversidade, e vice-versa, como forma de preservar estas paisagens?
  • As metodologias aplicadas em Educação e Interpretação Ambiental junto a visitantes em trilhas de áreas protegidas são eficientes para aumentar a percepção ambiental, valoração e interpretação das paisagens protegidas?

São muitas as perguntas e poucas as certezas ante um cenário de franca extinção de espécies. A territorialização promovida pelo uso público deve ter elementos mais consistentes para se somar aos esforços mundiais de preservação de espécies, populações, nichos e hábitats, e não apenas consolidar as áreas protegidas como espaços de lazer, pois a coisificação do cenário e o foco exclusivo no uso de recursos podem constituir-se como fatores a mais de estresse e perigo para populações e ecossistemas ameaçados. Para reverter este quadro, precisamos urgentemente de informações, e acreditamos que a participação de acadêmicos, pesquisadores e técnicos é fundamental para a gestão de áreas naturais.

O II Congresso Nacional de Planejamento e Manejo de Trilhas e a Jornada de Iniciação Científica do II CNPMT é uma iniciativa do Grupo de Estudos Ambientais – GEA e do Laboratório de Geoprocessamento – LAGEPRO, do Departamento de Geografia Física da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. O evento será realizado de 16 a 18 de outubro no Campus Maracanã/UERJ na cidade do Rio de Janeiro, em conjunto com o I Colóquio Brasileiro para a Red Latinoamericana de Senderismo, evento este preparatório para a participação nacional no I Congreso de la Red Latinoamericana de Senderismo, que ocorrerá no Chile, em 2014.

Links:

Sobre: http://llcnpmt.wordpress.com/about/
Programação: http://llcnpmt.wordpress.com/programacao/
Inscrição: http://llcnpmt.wordpress.com/inscricao/

 

* Flávio A P Mello (Zen) é doutorando do PPGEO/UERJ.

A Bocaina Ciências Naturais e Educação Ambiental apoia o II CNPMT.

Curso de Campo para o curso de Ciências Biológicas da UFMG | Aprovado o Plano de Manejo da RPPN Santuário do Caraça

 

 

Curso de Campo para o curso de Ciências Biológicas da UFMG

 

Acontecerá, neste fim de semana (25 e 26 de maio) o Curso de Campo aos alunos da disciplina de Ecologia I da Universidade Federal de Minas Gerais.

Nesta parceria com o Laboratório de Ecologia de Insetos da UFMG, a Bocaina levará mais de 50 estudantes da graduação para o Santuário do Caraça, com o objetivo de conduzir a elaboração de projetos de pesquisa em Ecologia.

Durante os dois dias de curso, os alunos vivenciarão uma intensa experiência de campo, em que serão estimulados a aprender a fazer perguntas em Ecologia, a partir da leitura crítica do ambiente, bem como serão orientados nos passos fundamentais da elaboração de projetos de investigação científica nesta disciplina.

 

Se você também deseja fazer um curso de campo com a Bocaina, aproveite e garanta já sua vaga na segunda edição do curso Práticas de Campo: Mamíferos, Anuros, Aves e Insetos – 2ª edição. Inscreva-se aqui!

 


 

Aprovado o Plano de Manejo da RPPN Santuário do Caraça

 

Parabenizamos nossos parceiros da RPPN Santuário do Caraça pela aprovação de seu Plano de Manejo, o mais importante documento para a gestão desta área protegida.

Agora, o Caraça, que é considerado uma área prioritária para conservação, dispõe de uma ferramenta fundamental para dar as diretrizes para as futuras pesquisas e o manejo da unidade de conservação.

A Bocaina apoia este trabalho! Leia abaixo o texto da aprovação, na íntegra.

 

Saiu no Diário Oficial da União de 20 de maio de 2013:

PORTARIA Nº 189, DE 17 DE MAIO DE 2013

Aprovar o Plano de Manejo Reserva Particular do Patrimônio Natural – Santuário do Caraça, no Município de Santa Bárbara e Catas Altas/Minas Gerais.

O PRESIDENTE DO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE – INSTITUTO CHICO MENDES, no uso das atribuições previstas pelo Decreto nº. 7.515/11, de 08 de julho de 2011, e pela Portaria nº 304, de 28 de março de 2012, da Ministra de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, publicada no Diário Oficial da União de 29 de março de 2012,

Considerando o disposto na Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza – SNUC;

Considerando que a Reserva Particular do Patrimônio Natural - RPPN Santuário do Caraça, criada através da Portaria IBAMA nº 32 – N, de 30 de março de 1994, atendeu ao art. 27 da Lei nº 9.985, de 10 de junho de 2000, no que concerne à elaboração de seu Plano de Manejo;

Considerando os pronunciamentos técnicos e jurídicos contidos no processo nº 02070.002695/2012-16; e

Considerando que o art. 16 do Decreto nº 4.340, de 22 de agosto de 2002, prevê que o Plano de Manejo aprovado deve estar disponível para consulta na sede da unidade de conservação e no centro de documentação do órgão executor, RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Plano de Manejo da Reserva Particular do Patrimônio Natural Santuário do Caraça, localizada no Município de Santa Bárbara e Catas Altas, no Estado de Minas Gerais.

§1º A aprovação do Plano de Manejo não exime o proprietário de seguir todos os trâmites técnicos e legais necessários à aprovação de projetos, programas e planos junto aos órgãos ou instituições ambientais competentes, em atendimento à legislação vigente e aos usos permitidos na RPPN, conforme o Decreto nº 5.746, de 06 de abril de 2006.

Art. 2.º A RPPN será administrada pelo proprietário do imóvel, ou pelo representante legal, que será responsável pelo cumprimento das exigências contidas na Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000 e no Decreto nº 5.746, de 06 de abril de 2006.

Art. 3º As condutas e atividades lesivas à área da RPPN Santuário do Caraça sujeitarão os infratores às sanções cabíveis previstas na Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e no Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008.

Art. 4º O Plano de Manejo da RPPN Santuário do Caraça estará disponível na sede da Unidade de Conservação e na sede do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Art. 5º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ROBERTO RICARDO VIZENTIN

Instruções aos participantes do curso Práticas de Campo – 15 e 16 de junho de 2013

Caros participantes da segunda edição do Curso Práticas de Campo: Mamíferos, Anuros, Aves e Insetos.
Seguem as primeiras informações com instruções sobre o transporte, alimentação, hospedagem e os itens pessoais necessários.
Em breve entraremos novamente em contato para divulgação de outras notícias sobre a logística do curso.
Qualquer dúvida ou sugestão, favor utilizar o espaço para comentários disponível abaixo.
Ainda restam poucas vagas! Clique aqui para fazer sua inscrição.

Elementar, meu caro Lineu…

— Por Ivan Luiz Fiorini de Magalhães* —

Mapa representando parte do itinerário de Claudio Gay em sua viagem pelo Chile. O material coletado nessa expedição foi descrito por especialistas em diferentes grupos de organismos. Por Carlos Muñoz Pizarro, “El Itinerario de Don Claudio Gay”, Museo Nacional de Historia Natural, 1944.

 

 

Atualmente, há cerca de 1,5 milhão de organismos descritos pela ciência – e as estimativas do número de espécies ainda desconhecidos variam de 4 a 70 milhões. A organização do conhecimento dessas espécies e a descrição de organismos ainda desconhecidos são de responsabilidade dos taxonomistas. Esse ramo da biologia teve seu início oficial em 1758 com a obra do sueco Carolus Linnaeus, em que espécies animais e vegetais receberam seus nomes científicos formais pela primeira vez. Muitas vezes, o taxonomista é visto como um biólogo que permanece trancado em um museu, identificando espécimes fixados. Porém, a taxonomia envolve trabalhos de campo e investigação histórica dignos de um detetive.

Muitas das espécies conhecidas foram descritas no século 18 e início do século 19. A maioria dos autores que trabalhavam nessas épocas era bastante produtiva – eram comuns trabalhos contendo dezenas ou centenas de espécies novas. Por isso, em geral as descrições eram bastante curtas. Embora muitos desses trabalhos incluam pranchas com lindos desenhos, frequentemente os detalhes que permitem a correta identificação das espécies não estão descritos ou ilustrados. Com isso, os taxonomistas modernos têm muita dificuldade em identificar esses organismos somente a partir das descrições originais. A solução é examinar os espécimes-tipo – os exemplares nos quais os autores originais basearam sua descrição.

 

 

Uma prancha com desenhos de crustáceos do livro “Historia Física y Política de Chile” (1849), organizado por Claudio Gay. Nesse trabalho, foram descritos centenas de espécies animais desse país.

 

 

Assim, depois de consultar as descrições originais, o próximo passo é tentar localizar esses espécimes-tipo. Como muitos dos autores antigos eram europeus, a maior parte dos espécimes-tipo dos séculos 18 e 19 estão em museus da Inglaterra, França e Alemanha. Muitos não estão devidamente catalogados, e encontrá-los nem sempre é uma tarefa fácil. Pior ainda: vários se perderam com o tempo, ou foram destruídos, como alguns que estavam em museus bombardeados durante a Segunda Guerra Mundial. Nesse caso, a saída é tentar coletar indivíduos da mesma localidade dos espécimes-tipo. Porém, novamente os trabalhos antigos eram muito precários nesse aspecto: há várias espécies citadas para localidades inespecíficas, como “Brasil” ou “América do Sul”. Em alguns casos, é possível descobrir de onde os espécimes vieram quando se conhece o naturalista que os coletou. Era comum que espécies fossem descritas a partir de grandes expedições, como as viagens de Darwin ou de Spix e Martius. Nesse caso, é possível checar o itinerário dos exploradores e tentar descobrir a origem das espécies em questão e, assim, tentar coletar novos indivíduos no local.

Tudo isso é um trabalho de investigação que envolve procurar por bibliografia antiga, visitar museus e ir a campo. Mesmo assim, muitas vezes não se consegue as informações necessárias para se identificar as espécies antigas, e o nome fica “suspenso” até que se consiga descobrir sua verdadeira identidade. No entanto, na maioria das vezes os taxonomistas conseguem identificar e redescrever as espécies adequadamente. Além disso, no processo de visita aos museus e de expedições ao campo, novas espécies e registros geográficos são frequentemente encontrados – e, com isso, vamos completando cada vez mais o quadro da biodiversidade do nosso planeta.

 

 

* Ivan Luiz Fiorini de Magalhães é Biólogo e Mestre em Ecologia pela UFMG, e trabalha com Sistemática, Taxonomia, Ecologia e Biogeografia de aranhas. É membro da equipe técnica da Bocaina Ciências Naturais e Educação Ambiental.

 


 

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Leia também: Pardais da Sardenha, e uma biografia do grande naturalista Werner Bokermann.

Aproveite, e garanta você também uma vaga no curso Práticas de Campo: 2ª edição (15 e 16 de junho, no Santuário do Caraça.

 

Instruções aos participantes do curso Práticas de Campo – 8 e 9 de junho de 2013

Caros participantes do Curso Práticas de Campo: Mamíferos, Anuros, Aves e Insetos.
Seguem as primeiras informações com instruções sobre o transporte, alimentação, hospedagem e os itens pessoais necessários.
Em breve entraremos novamente em contato para divulgação de outras notícias sobre a logística do curso.
Qualquer dúvida ou sugestão, favor utilizar o espaço para comentários disponível abaixo.
Gostou deste curso? Inscreva-se para a segunda edição! Clique aqui

Dos viajantes naturalistas do século XIX ao século XXI: Cartografia, Mineração, Botânica, Arqueologia, Paleontologia e Geologia em Minas Gerais

Da Pró-reitoria de Extensão da UFMG:

 

Durante o mês de maio, acontecerá o evento gratuito “Seminários às Quintas-feiras”, sobre o tema “Dos viajantes naturalistas do século XIX ao século XXI: Cartografia, Mineração, Botânica, Arqueologia, Paleontologia e Geologia em Minas Gerais”. É organizado pelo Centro de Referência em Cartografia Histórica (CRCH), com o apoio da Rede de Museus e Espaços de Ciência e Cultura da UFMG e da Proex.

As atividades, que serão realizadas no Memorial Minas Gerais Vale, na Praça da Liberdade, começam no dia 2 de maio, com a presença do professor do Instituto de Geociências da UFMG Antônio Gilberto Costa e do Gestor do Memorial Minas Gerais Vale, Wagner Tamerão. A programação compreenderá palestras sobre a Cartografia Histórica a outros referentes às áreas de Educação, Arqueologia, Paleontologia, Geologia, Botânica e Cartografia.

As inscrições são feitas somente através do e-mail crch@ufmg.br. Cada seminário tem o limite de 80 vagas, e, tanto quem se inscreve para todas as datas, quanto quem se inscreve parcialmente receberá certificado referente à sua participação.

Mais informações no site da CRCH.